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Matérias

Indústria aumenta capacidade e é surpreendida com queda nas vendas de cabos ópticos

14/12/2012

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Após registar crescimento ano a ano, a partir de 2008, chegando em 2011 com a produção no limite da capacidade, a indústria de fios e cabos instalada no país investiu para aumentar a produção, mas viveu, ao longo deste ano, uma queda no volume de vendas, verificada principalmente no segmento óptico. Enquanto em 2011 o consumo de fibra foi na casa de 5,2 milhões de km, 2012 deve encerrar com vendas de 4,4 milhões de km de fibra. Apesar da queda nos volumes, o faturamento das empresas tende a se manter no mesmo nível do ano passado, devido à desvalorização do real em relação ao dólar, de cerca de 16%.

"O ano foi de investimentos fortes, mas a demanda caiu em relação a 2011", afirma Armando Comparato, presidente da Prysmian Draka, novo nome da empresa, que concluiu em outubro o processo de incorporação da Draka/Telcon. "Aumentamos a capacidade de produção de cabos ópticos tanto na ex-Prysmian como na ex-Draka/Telcon, em função do crescimento que vinha ocorrendo no mercado desde 2008", diz Comparato. Os investimentos foram feitos também para aumentar a produção de fibras na SPF, joint venture da Prysmian com a Furukawa, e na Draktel (a empresa de fibras da antiga Draka).

"A redução nos volumes, em cabos de cobre e, principalmente, em cabos ópticos, foi uma grande surpresa, porque o mercado vinha muito bem em 2011 e, em razão dos ajustes que as operadoras estão...

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Setor elogia políticas de fomento à infraestrutura, mas pede mais

29/08/2012

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Fonte: Teletime

Representante de fornecedores, operadoras e do Ministério das Comunicações debateram nesta quarta, 29, durante workshop do 56° Painel TELEBRASIL as políticas fomento à infraestrutura, que incluem alguns itens da pauta do setor de telecomunicações, como desoneração de redes, equipamentos e serviços. Todas as ações são bem-vindas, mas o setor aproveitou a oportunidade para destacar que ainda é preciso mais.

 O diretor de banda larga do Minicom, Arthur Coimbra, enumerou as políticas que estão sendo trabalhadas pelo governo, como o ‘direito de carona’ para implantação de infraestrutura de telecomunicações em grandes obras civis, que podem representar uma economia de até 55% no custo de implantação de rede para casos de rodovias, por exemplo, e de até 70% se realizada em uma via municipal. “Há também a implantação compulsória de dutos para telecomunicações quando a própria União estiver custeando uma obra, sejam rodovias ou obras de saneamento, além do decreto de uso de postes de energia por empresas de telecom e a Lei Geral das Antenas”, cita Coimbra. Outras ações incentivos incluem incentivos fiscais para a faixa de 450 MHz e acesso satelital para levar banda larga a áreas rurais e remotas e ainda a obtenção de créditos do Fistel para operadoras na realização de projetos considerados estratégicos para o País. Esta última, segundo Coimbra, é...

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Companhias estudam melhor combinação tecnológica

16/05/2012

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Por Ivone Santana e Talita Moreira | De São Paulo, Valor Econômico

O cobre tende a desaparecer dos novos projetos das operadoras, mas a substituição dos cabos que já estão instalados não será tão rápida, como alguns gostariam. Essa infraestrutura ainda deve sobreviver por décadas, estimam especialistas. Quanto mais crescer a transmissão de imagem, áudio e vídeo mais banda será necessária para fazer trafegar as informações, e o cobre pode não ser adequado. Cada operadora tem a opção de escolher uma ou mais tecnologias, de acordo com as opções que fez no passado, modelo regulatório, geografia da região onde atua, entre outras variáveis.

No Brasil, a Ericsson gerencia as redes da Telefônica, TIM, Embratel, parte da Net e Intelig. Isso inclui as operações de acesso, transmissão e comutação até o centro de operação da rede, conhecido pela sigla em inglês NOC. Para atender às particularidades de cada uma das operadoras, a empresa sueca usa cabos ópticos, de cobre, satélite e também tecnologia sem fio. "Não existe rede melhor ou pior, nem solução ótima para todos. Aqui se usam todas [as tecnologias]", diz Gustavo Araújo, diretor de serviços gerenciados da Ericsson. "A não ser para TV de alta definição e altíssimas velocidades, não é preciso fibra. Se a demanda na região é por voz apenas, o cobre dá qualidade."...

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Demora em incentivo “congela” encomendas para a Furukawa

13/03/2012

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Até alguns meses atrás, demanda não era problema para a Furukawa. Fornecedora das principais operadoras de telecomunicação do país, que vinham investindo em expansão e modernização de redes, a multinacional de origem japonesa viu seu faturamento crescer quase 60% em dois anos. Mas começou 2012 trabalhando bem menos do que esperava.

A causa está na demora do governo federal em cumprir a promessa de reduzir a carga tributária sobre as redes de fibra ótica – o material é uma das especialidades da Furukawa, que tem em Curitiba sua principal fábrica na América do Sul. As companhias do setor de telecomunicações passaram a suspender as compras no último trimestre de 2011, depois que o governo alardeou que baixaria os impostos, e só devem retomá-las quando os tributos forem de fato reduzidos.

Henry...

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A indústria está otimista com 2012, apesar da crise do euro.

17/01/2012

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A economia nacional e a crescente demanda por banda larga fixa e móvel, aliadas a fatores como a entrada das teles no mercado de TV paga e o leilão de frequências para a LTE e a faixa de 450 MHz, devem manter os negócios em alta para os fornecedores de TI e telecom no Brasil em 2012. Para a área de TI, os analistas estimam crescimento em torno de 10%. Em telecom, as multinacionais fazem previsões mais cautelosas e trabalham com índices entre 5% e 10%, enquanto as nacionais são mais otimistas e estimam crescimento de até 20% no faturamento.

Um dos fatores importantes para a expansão do mercado de telecomunicações em 2012, na avaliação do ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, é o reajuste do salário-mínimo de 12% em janeiro, que deverá ter um impacto muito positivo nas empresas de telecomunicações. “A economia brasileira vai continuar crescendo no ano que vem. Com este incremento de renda, a classe C vai estar ávida por internet”, prevê. Este ano, assinala, a internet móvel cresceu 102% e a tendência é que o consumo aumente ainda mais no próximo ano. “As operadoras precisam ampliar os pacotes de serviços para este público”, afirmou em entrevista ao Tele.Síntese Análise.

TI e banda larga aquecidas

O crescimento interno é constatado por empresas de pesquisa, como a Gartner, que projeta para o setor de TI uma alta de 10%. De acordo com a empresa, o Brasil aplicará US$ 143,8 bilhões em TI no ano que vem e o setor de banda larga móvel...

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