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Matérias

Fibras e Cabos Ópticos para Redes Industriais

16/01/2014

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A performance necessária do cabeamento óptico em redes industriais exige adequação aos mais variados ambientes, abordando requisitos de segurança (fogo, proteção elétrica, etc.), compatibilidade eletromagnética, robustez mecânica e ambiental (temperatura, umidade, particulados, etc.). Novos tipos de fibra óptica otimizados para esses ambientes industriais também são considerados na ISO/IEC 24702, além daquelas fibras ópticas já previstas na norma ISO/IEC 11801.

Confira a matéria completa de Renato Cruz - Gerente de Engenharia de Cabos,  realizada pela Revista Engeworld.

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Provedores devem aproveitar o PGMC para compartilhar infraestrutura

28/05/2013

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Esta é a recomendação do diretor de banda larga do MiniCom para os provedores regionais expandirem suas redes

As previsões de crescimento de tráfego gerado pela internet, associado ao aumento de smartphones e tablets, levará obrigatoriamente ao compartilhamento de infraestrutura, cuja regulamentação está em discussão. "Todo crescimento do tráfego tem que vir acompanhado do compartilhamento de infraestrutura e estamos criando um ambiente regulatório favorável para isso", afirmou, hoje, Artur Coimbra, diretor de banda larga da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, no Encontro Provedores Regionais, realizado pela Bit Social em Fortaleza. "Os provedores que operam regionalmente precisam fazer uso da infraestrutura de terceiros, isso ocorre não só com as pequenas empresas mas também entre os grandes provedores. Por conta disso existe uma série de medidas que vêm sendo adotadas pelo governo e pela Anatel para estimular o compartilhamento", destacou Coimbra.

O diretor de banda larga da Secretaria de Telecomunicações citou um estudo da Cisco, que prevê que o tráfego médio da rede vai crescer oito vezes até 2016. "Esse crescimento vem associado ao uso de dispositivos como smartphones, mas o que vai ter maior crescimento é o tráfego gerado por tablets e laptops", comentou. "Todo esse crescimento de tráfego tem que vir acompanhado do compartilhamento de infraestrutura e, além disso, agregar valor aos serviços."

Coimbra...

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Indústria aumenta capacidade e é surpreendida com queda nas vendas de cabos ópticos

14/12/2012

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Após registar crescimento ano a ano, a partir de 2008, chegando em 2011 com a produção no limite da capacidade, a indústria de fios e cabos instalada no país investiu para aumentar a produção, mas viveu, ao longo deste ano, uma queda no volume de vendas, verificada principalmente no segmento óptico. Enquanto em 2011 o consumo de fibra foi na casa de 5,2 milhões de km, 2012 deve encerrar com vendas de 4,4 milhões de km de fibra. Apesar da queda nos volumes, o faturamento das empresas tende a se manter no mesmo nível do ano passado, devido à desvalorização do real em relação ao dólar, de cerca de 16%.

"O ano foi de investimentos fortes, mas a demanda caiu em relação a 2011", afirma Armando Comparato, presidente da Prysmian Draka, novo nome da empresa, que concluiu em outubro o processo de incorporação da Draka/Telcon. "Aumentamos a capacidade de produção de cabos ópticos tanto na ex-Prysmian como na ex-Draka/Telcon, em função do crescimento que vinha ocorrendo no mercado desde 2008", diz Comparato. Os investimentos foram feitos também para aumentar a produção de fibras na SPF, joint venture da Prysmian com a Furukawa, e na Draktel (a empresa de fibras da antiga Draka).

"A redução nos volumes, em cabos de cobre e, principalmente, em cabos ópticos, foi uma grande surpresa, porque o mercado vinha muito bem em 2011 e, em razão dos ajustes que as operadoras estão...

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Setor elogia políticas de fomento à infraestrutura, mas pede mais

29/08/2012

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Fonte: Teletime

Representante de fornecedores, operadoras e do Ministério das Comunicações debateram nesta quarta, 29, durante workshop do 56° Painel TELEBRASIL as políticas fomento à infraestrutura, que incluem alguns itens da pauta do setor de telecomunicações, como desoneração de redes, equipamentos e serviços. Todas as ações são bem-vindas, mas o setor aproveitou a oportunidade para destacar que ainda é preciso mais.

 O diretor de banda larga do Minicom, Arthur Coimbra, enumerou as políticas que estão sendo trabalhadas pelo governo, como o ‘direito de carona’ para implantação de infraestrutura de telecomunicações em grandes obras civis, que podem representar uma economia de até 55% no custo de implantação de rede para casos de rodovias, por exemplo, e de até 70% se realizada em uma via municipal. “Há também a implantação compulsória de dutos para telecomunicações quando a própria União estiver custeando uma obra, sejam rodovias ou obras de saneamento, além do decreto de uso de postes de energia por empresas de telecom e a Lei Geral das Antenas”, cita Coimbra. Outras ações incentivos incluem incentivos fiscais para a faixa de 450 MHz e acesso satelital para levar banda larga a áreas rurais e remotas e ainda a obtenção de créditos do Fistel para operadoras na realização de projetos considerados estratégicos para o País. Esta última, segundo Coimbra, é...

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Companhias estudam melhor combinação tecnológica

16/05/2012

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Por Ivone Santana e Talita Moreira | De São Paulo, Valor Econômico

O cobre tende a desaparecer dos novos projetos das operadoras, mas a substituição dos cabos que já estão instalados não será tão rápida, como alguns gostariam. Essa infraestrutura ainda deve sobreviver por décadas, estimam especialistas. Quanto mais crescer a transmissão de imagem, áudio e vídeo mais banda será necessária para fazer trafegar as informações, e o cobre pode não ser adequado. Cada operadora tem a opção de escolher uma ou mais tecnologias, de acordo com as opções que fez no passado, modelo regulatório, geografia da região onde atua, entre outras variáveis.

No Brasil, a Ericsson gerencia as redes da Telefônica, TIM, Embratel, parte da Net e Intelig. Isso inclui as operações de acesso, transmissão e comutação até o centro de operação da rede, conhecido pela sigla em inglês NOC. Para atender às particularidades de cada uma das operadoras, a empresa sueca usa cabos ópticos, de cobre, satélite e também tecnologia sem fio. "Não existe rede melhor ou pior, nem solução ótima para todos. Aqui se usam todas [as tecnologias]", diz Gustavo Araújo, diretor de serviços gerenciados da Ericsson. "A não ser para TV de alta definição e altíssimas velocidades, não é preciso fibra. Se a demanda na região é por voz apenas, o cobre dá qualidade."...

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